22 fevereiro 2006

Casa do Infante

Dez anos depois de me terem dito que a planta da minha casa, por demasiada antiga, não mais poderia ser encontrada, alguém me avisou que bastaria passar pela Casa do Infante, fazer o pedido, que ela haveria de aparecer. Segui o conselho...

Desci a rua e vi a placa














Entrei e, na portaria, de uma forma simples e educada, foi encaminhado para o local onde deveria fazer o pedido. Segui as indicações, espantado com a beleza do edifício.
Passei, por exemplo, por estas "pedras"


A beleza e a limpeza do local condizem na perfeição com o pessoal que ali trabalha. Fui atentido com competência pouco habitual e com a delicadeza de quem sabe o que faz e para quem. Jamais acreditaria, não fosse minha a experiência, estar num serviço público, neste caso municipal. Para que fique registado: o pessoal que labora na Casa do Infante presta um serviço público de qualidade!!!
Terei que lá voltar, quando me telefonarem a dizer que posso levantar a planta (sim, disseram que me avisavam e acredito piamente que o farão), e vou pedir o livro de reclamações. É que um cidadão habituado à normalidade pode ter sérios problemas perante tanta competência e delicadeza...
Este mundo que deveria ser normal e é excepção encontra-se por detrás desta porta


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