Os meus respeitosos08 março 2007
06 março 2007
Somos, não escolhemos ser
“Primeiro, as verdades.
O Norte é mais Português que Portugal.
As minhotas são as raparigas mais bonitas do País.
O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela.
As festas da Nossa Senhora da Agonia são as maiores e mais impressionantes que já se viram.
Viana do Castelo é uma cidade clara. Não esconde nada. Não há uma Viana secreta. Não há outra Viana do lado de lá. Em Viana do Castelo está tudo à vista. A luz mostra tudo o que há para ver. É uma cidade verde-branca. Verde-rio e verde-mar, mas branca. Em Agosto até o verde mais escuro, que se vê nas árvores antigas do Monte de Santa Luzia, parece tornar-se branco ao olhar. Até o granito das casas.
Mais verdades.
No Norte a comida é melhor.
O vinho é melhor.
O serviço é melhor.
Os preços são mais baixos.
Não é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma ninharia.
Estas são as verdades do Norte de Portugal. Mas há uma verdade maior.
É que só o Norte existe. O Sul não existe.
As partes mais bonitas de Portugal, o Alentejo, os Açores, a Madeira, Lisboa, et caetera, existem sozinhas. O Sul é solto. Não se junta.
Não se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte.
No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos. Quem é que se identifica como sulista?
No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses juntos falam de Portugal inteiro.
Os nortenhos não falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país.
Não haja enganos.
Não falam do Norte para separá-lo de Portugal.
Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal.
Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que constitui Portugal.
Mas o Norte é onde Portugal começa.
Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo.
Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por muito pequenina. No Norte.
Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera região da Europa. Mais ou menos peninsular, ou insular.
É esta a verdade.
Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é especial mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os Açores são um caso à parte. Em qualquer caso, os lisboetas não falam nem no Centro nem no Sul falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela entidade incompreensível a que chamam, qual hipermercado de mil misturadas, Continente.
No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito estragado, mas é um estragado português, semi-arrependido, como quem não quer a coisa.
O Norte cheira a dinheiro e a alecrim.
O asseio não é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho. Tem esse defeito e essa verdade.
Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável, porque os alentejanos são mais frios e conservadores (menos portugueses) nessas coisas.
O Norte é feminino.
O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.
As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis, daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos.
Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade. Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens. Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos, mas gosto delas.
São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem. As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer. Em Viana, durante as festas, são as senhoras em toda a parte. Numa procissão, numa barraca de feira, numa taberna, são elas que decidem silenciosamente.
Trabalham três vezes mais que os homens e não lhes dão importância especial.
Só descomposturas, e mimos, e carinhos.
O Norte é a nossa verdade.
Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem tanto orgulho no Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório. Gostavam do Norte só porque eram do Norte. Assim também eu. Ansiava por encontrar um nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu, lisboeta, prefiro o Norte. Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete a cada português escolher, de cabeça fria e coração quente, os seus pedaços e pormenores.
Depois percebi.
Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos. Não escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar de as defenderem acerrimamente, põem acima dessas terras a terra maior que é o “O Norte”.
Defendem o “Norte” em Portugal como os Portugueses haviam de defender Portugal no mundo. Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua pertença particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma terra maior, é comovente.
No Porto, dizem que as pessoas de Viana são melhores do que as do Porto. Em Viana, dizem que as festas de Viana não são tão autênticas como as de Ponte de Lima. Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante ainda é mais bonita.
O Norte não tem nome próprio. Se o tem não o diz. Quem sabe se é mais Minho ou Trás-os- Montes, se é litoral ou interior, português ou galego? Parece vago. Mas não é. Basta olhar para aquelas caras e para aquelas casas, para as árvores, para os muros, ouvir aquelas vozes, sentir aquelas mãos em cima de nós, com a terra a tremer de tanto tambor e o céu em fogo, para adivinhar.
O nome do Norte é Portugal. Portugal, como nome de terra, como nome de nós todos, é um nome do Norte. Não é só o nome do Porto. É a maneira que têm e dizer “Portugal” e “Portugueses”. No Norte dizem-no a toda a hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem patrioteirismos. Como se fosse só um nome. Como “Norte”. Como se fosse assim que chamassem uns pelos outros. Porque é que não é assim que nos chamamos todos?”
Coisas da lógica
01 março 2007
28 fevereiro 2007
12 fevereiro 2007
11 fevereiro 2007
09 fevereiro 2007
Era para isto, D. Laura?

A empresa Aplicação Urbana II, Investimento Imobiliário SA, acusa a “Comércio Vivo” de nunca ter fornecido elementos que permitissem controlar o destino das verbas e refere mesmo que aquela utilizou parte dessa quantia em “despesas corriqueiras” de funcionamento da instituição, como combustível, limpeza, imposto de circulação e até com uma capa volante, bem como com o pagamento de uma multa de trânsito à PSP.
Mais. Na acção que intentou nas Varas Cíveis do Porto, no início deste ano, a Amorim refere que a Associação levantou 2 milhões 520 mil euros (garantia bancária sobre o BPI), em 29 de Dezembro de 2005, alegadamente para aquisição de dois prédios degradados no Porto e que “até ao presente não comprou os prédios referidos”."
06 fevereiro 2007
Palavras perdidas
"A procuradora-geral adjunta Maria José Morgado solicitou, através da Procuradoria-Geral da República (PGR), automóveis para toda a equipa de investigação dos processos do ‘Apito Dourado’. Os carros que já foram atribuídos são Mercedes e BMW Série 5, portanto, topo de gama, apreendidos pelas autoridades, apurou o Correio Sport"
Não precisava de dizer que é assim…
A justiça dispensa estas incoerências
02 fevereiro 2007
Transparente
Até ao momento, La Féria não enviou para câmara do Porto nenhum documento que garanta os apoios recolhidos junto de bancos e empresas do norte
Claríssimo
A proposta apresentada por Filipe La Féria para a exploração do Teatro Municipal Rivoli, no Porto, não inclui qualquer documento comprovativo da disponibilidade de entidades bancárias, tais como a Caixa Geral de Depósitos e o Millennium BCP, para apoiar o projecto, tal como foi assegurado pelo produtor na sua proposta escrita
Omo (branco mais branco não há)
Contactados pelo Expresso, quer o BCP, quer a Caixa Geral de Depósitos não confirmam as alegadas disponibilidades para apoiar o projecto de La Féria, explicando que o sigilo bancário não lhes permite tecer comentários sobre negócios com os seus clientes
Em contrapartida, as restantes candidaturas, nomeadamente a da Plateia – Associação de Profissionais de Artes Cénicas, apresentava documentos que davam garantias de todos os apoios com que contava, além de preencher os 22 requisitos exigidos pela autarquia. A candidatura de La Féria é omissa em pelo menos oito dessas exigências
Fonte: Expresso
Isto é que é ter coragem!
31 janeiro 2007
No séc. XXI
Inacreditável!
30 janeiro 2007
29 janeiro 2007
Cogitação
O pagador e o informador

Sigo atento a tudo o que, publicamente, se relaciona com Maria José Morgado e a cruzada que abraçou chamada Apito Dourado. Por exemplo, a notícia de hoje do CM de que a procuradora vai ouvir Dias da Cunha. Nada de anormal, diria, se a justificação não fossem as declarações de Marinho Neves, que revelou ter sido informador do então presidente do Sporting. Confessou que dizia a Dias da Cunha, com antecedência que podia chegar a 15 dias, quem eram os árbitros que iriam dirigir os jogos do Sporting e que procedimento teriam, chegando ao pormenor dos jogadores que iriam ser alvo de coacção ou até expulsão. O que me espanta é que Maria José Morgado chame Dias da Cunha, o pagante, e não o informador… Para a justiça, quer-me parecer, será mais importante saber como, quando e porquê Marinho Neves tinha todas aquelas informações. Dias da Cunha poderá dizer “sim, é verdade, paguei-lhe para me dar informações”. Para quê? O Sporting já o admitiu…
Daí a sensação de que tudo continua na mesma, ou seja, a única coisa que interessa no Apito Dourado é a exposição pública e atingir um alvo específico. Só isso explicará a histeria em torno da decisão do Sportugal de publicar o despacho com que Maria Morgado reabriu processos já mandados arquivar. Qual é o problema? Se o despacho de um juiz, a reabrir um processo, não é público, então como pode saber-se que o processo foi reaberto? Ou será que Morgado não estava assim tão segura da decisão e seria mas fácil voltar atrás se estivesse em segredo (que não era o de justiça, de certeza absoluta). Já agora, por que razão Morgado – e o próprio Ministério Público – não mandaram revistar as redacções dos jornais, sites, rádios e televisões que revelaram pormenores não só das escutas como dos depoimentos dos arguidos e testemunhas, que, esses sim, supostamente deveriam estar em segredo de justiça? E não se diga que tudo se passou antes da Morgado tomar conta do processo. É que foi ela quem ouviu a senhora Carolina e as pretensas declarações da senhora ex-Pinto da Costa foram feitas precisamente à senhora procuradora…
Quem fez os estudos?

"Conquistadas mudanças em 16 linhas"
Eis mais um exemplo de que vale a pena exercer a cidadania e não baixar os braços perante as más decisões de quem manda. Fica, contudo, uma pergunta sem resposta: as asneiras foram produto de muitas horas de estudos, com certeza, pagos a peso de oiro; agora, quem vai pagar pela incompetência? Quem vai pagar aos utentes os prejuízos resultantes das más decisões?
No dia em que, perante más decisões das causas públicas, os culpados forem condenados, este país terá dado o salto decisivo!
28 janeiro 2007
23 janeiro 2007
Cogitação
Um fio de cabelo na cabeça é pouco; na sopa é muito
18 janeiro 2007
Cogitação
16 janeiro 2007
Lagarteiro
O mais esquecido dos bairros sociais do Porto vai melhorar 15 milhões de euros. É o que diz a CDU, ainda que em tom relativamente baixo, porque apenas o “Primeiro de Janeiro” dispôs-se a reproduzir as declarações de Rui Sá. Enfim, é sina de quem vive para lá da Circunvalação. Sendo verdade, é uma óptima notícia para os moradores, mas também para todos os que se interessam pela cidade. Ah, pelo que pode ler-se na notícia, Rui Rio nada tem a ver com o assunto, nem sequer comenta. Não espanta!
Mascarilha, o bandido
11 janeiro 2007
Hipocrisia
09 janeiro 2007
Repitam lá?
"Taça de Portugal: Benfica e Sporting com jogos complicados"
Não inventei, está lá escrito. O Benfica joga em casa, com o Leiria; o Sporting joga em casa, com o Rio Ave. Para ser fácil, o que seria preciso: o Casa Pia, a jogar com os juniores? E se calhar têm razão, depois do FC Porto cair aos pés do poderoso Atlético.
Orgulho?

Obikwelu eleito Atleta Europeu do Ano
Censura
05 janeiro 2007
03 janeiro 2007
Nunca tive dúvidas
31 dezembro 2006
28 dezembro 2006
Culpados!
Pormenores
Uma palavra apenas, de três letras, faz toda a diferença.
Opiniões
"A coragem de Rio merece de facto realce.
Senão, vejamos:
- Desde que ele chegou à Câmara, fecharam quase todos os grupos de teatro que havia na cidade, sobrevivendo o Seiva Trupe, e por fases
- O FITEI, que era um dos mais importantes eventos de teatro da Península, MORREU
- O Fantasporto, festival de cinema conhecido por todo no mundo cinéfilo, está moribundo.
- Acabámos de passar toda a época natalícia e de mudança de ano sem UMA ÚNICA iniciativa cultural da responsabilidade (ou apoiada) pela autarquia.
É, de facto, preciso ter muita coragem para assassinar de forma tão eficaz a cultura na cidade.
E quanto ao Rivoli, Pedro, guarde este escrito e, da próxima vez que a Câmara apresentar contas, vai procurar com atenção que é possível que se surpreenda com os gastos da Câmara com o La Féria (perdão, com o Rivoli). Estarei cá para ver (espero)."
E depois:
" Regresso para repor a justiça.
Afinal a coragem de Rio deu para um outro evento espectacular no Porto: o Grande Prémio de Fórmula para Carros Antigos (também conhecido por Grande Prémio dos Calhambeques). Foi há dois anos e custou, contas oficiais, um milhão de contos. Pelo orçamento deste ano, não daria para mais do que quatro anos de gestão do Rivoli...
Obviamente, é preciso ser "corajoso "para gastar um milhão de contos num evento de interesse mundial (acredito que alguém para lá da Boavista se interesse pelo facto, como provaram os poucos espectadores - para além dos jornalistas - que assistiram à primeira edição) que enche o ego do presidente em vez de nomear uma administração verdadeiramente competente para gerir um espaço que deveria ser da cidade. Não, mais fácil é entregar amigo La Féria que, certamente, dentro de algum tempo dirá, como qualquer romano que acompanhava César, "veni, vidi, vici". Ave César!
Já agora, a segunda edição do Grande Prémio já está anunciada... Enfim!"
Tenho dito
26 dezembro 2006
Estes americanos são loucos
Desde então, os Stella Awards existem como instituição independente, publicando e "premiando" os casos de maior abuso do sistema judicial norte-americano.
O vencedor do ano foi o Merv Grazinski, de Oklahoma.
Grazinski tinha acabado de comprar um Chrysler Motorhome Winnebago automático e regressava sozinho de um jogo de futebol americano. Na estrada, activou o "cruise control" para 100 km/h, abandonou o banco do motorista e foi para a traseira do veículo preparar um café. O veículo despistou-se, bateu e capotou. Grazinski processou a Chrysler por não explicar no manual que o "cruise control" não permitia que o motorista abandonasse o volante.
O júri concedeu-lhe a indemnização de 1.750.000 dólares, mais um Chrysler novo do mesmo modelo. A construtora mudou todos os manuais de proprietário a partir deste processo, para se acautelar contra qualquer outro atrasado mental que comprasse um Chrysler.
23 dezembro 2006
20 dezembro 2006
Seca
19 dezembro 2006
Alienação + alienação = ?
Os árbitros agradecem. Ou será que também por estes serão insultados?...
18 dezembro 2006
Pérolas do Rio

Uma excelente forma de explicar as medidas desastrosas de Rui Rio. Aqui, no Coriscos (com provas sem margem para dúvidas).
13 dezembro 2006
"Margaridas da noite"
(...)
(O parágrafo que aqui estava deixou de estar porque a opinião dos meus amigos conta. Só conta!)
12 dezembro 2006
11 dezembro 2006
O último canto (incompleto)
"Que gritem esta ignominia!
Quantos somos em toda a pátria?
O sangue do companheiro presidente golpeia mais forte do que bombas e metralhadoras.
Assim golpeará nosso punho novamente.
Canto, que o mal me sai quando tenho que cantar espanto!
Espanto como que vivo como que morro, espanto.
De ver-me entre tantos e tantos momentos de infinito em que o silêncio e o grito são as metas deste canto.
O que vejo nunca vi e o que senti e o que sinto a brotar no momento...
09 dezembro 2006
Carol... ina
Mais do que ler o livro da Carolina, diverti-me a ler as reacções aos excertos publicados e às entrevistas que a senhora deu na TV (TODOS os canais) antes de encerrar o falatório, anunciando que agora só vendia os livros. Os inteligentes, obviamente, centraram a atenção na agressão a Bexiga. Os outros… pela enésima vez, redescobriram a razão porque o Benfica não ganha campeonatos. Não, não é porque o clube foi anos a fio mal gerido; não, não é porque a política de contratações é errada; não, não é porque as estruturas de apoio, épocas a fio, eram formadas por pessoas que se serviam do clube e não que serviam o clube. Não! A razão única da desgraça benfiquista está no facto de Pinto da Costa comprar árbitros…
O povo diz que mais cego do que o não vê é aquele que não quer ver. Digo mais: se é verdade que ao tempo do “consolado” da Carolina, que coincide com as épocas 2002/03 e 2003/04, o presidente do FC Porto “viu-se obrigado” a comprar árbitros para ganhar, então alguém mais andava no “mercado”. Recorde-se a diferença da qualidade do futebol então praticado pela equipa de Mourinho (que venceu a Taça UEFA e a Liga dos Campeões) e os outros em Portugal. Em situação normal, ninguém acreditaria que o FC Porto precisaria de comprar favores; quando muito, ver-se-ia obrigado a garantir a neutralidade. Sendo assim, onde estão os outros?
Flatulência
A parte melhor é a história da flatulência de Pinto da Costa. Não é que a senhora, como prova de amor inequívoco, cada vez que o senhor se descaía, rapava de um cigarro para disfarçar o cheiro. O que terão sofrido aqueles pulmões.
07 dezembro 2006
Olhares
O que não se vê não existe... É a única explicação para a conclusão acima descrita como estudo! Corrupção em Portugal, que gargalhada...
06 dezembro 2006
30 outubro 2006
23 outubro 2006
Rivolução
Dizem-me que o Sporting-FC Porto que terminou há pouco foi exemplar, enquanto clássico. Não acho. Nem um lance polémico, nem uma expulsão, nada que se possa discutir. Para mim, um clássico não pode terminar com jogadores e dirigentes aos beijos e abraços. Insultem-me se quiseram, é o que eu penso
22 outubro 2006
A arte de bem dismistificar
20 outubro 2006
Tiques terceiro-mundistas
Ainda temos demasiadas coisas destas, a precisar de um puxão de orelhas
Sinais
Aborto
16 outubro 2006
Pérolas do Rio
"O cineasta Tiago Afonso, um dos espectadores que passou a noite no teatro, diz ao PortugalDiário que aderiu a este protesto porque a cultura está a ser vista como apenas um meio para ganhar dinheiro. Os manifestantes querem que a autarquia garanta que a futura gestão não opte apenas por sucessos comerciais garantidos, que o teatro não seja gerido apenas em função da rentabilidade, mas com uma programação de qualidade."
A cultura não pode ser sinónimo de simples despesismo mas muito menos de mercenarismo
13 outubro 2006
11 outubro 2006
Helicóptero em vez de Boeing
Nova Iorque outra vez, lê-se aquiComentário de um amigo: "Será que a Al Qaeda já tem juvenis?" Será?
09 outubro 2006
04 outubro 2006
01 outubro 2006
29 setembro 2006
27 setembro 2006
Longe de Manaus
"Estou para velho"
"Livra-te. Nesse dia vou embora"
"Então não. Vou aprender a dançar"
"Os velhos é que dançam. Vais ficar velho quando me levares para a cama sem saberes para quê"
Direitos do consumidor
Um exemplo de que a persistência pode vencer a insolência





































