
J. Mark Inman
(encontrei-o aqui, vale a pena passar por lá)
Acabo de assistir a um documentário sobre Maradona, na RTP1, que fez reviver momentos únicos do melhor jogador de todos os tempos. Por vezes, até dá vontade de lhe desculpar os excessos e os erros sociais... Zidane também ganhou o direito de constar na galeria dos imortais, apesar da despedida maldita. Seja lá o que for que Materazzi lhe tenha dito - e disse, com certeza, algo de muito ofensivo -, Zidane deveria ter agido como uma estrela sem ouvidos e não como um rapaz que cresceu nas ruas de Marselha e não admite insultos. Os deuses de futebol, contudo, são de carne e osso e agem, de vez em quando, como humanos... Ainda assim, a devida vénia: merci Zidane.