O Fantas já faz exibições. Começou, sem a pompa que a circunstância exigiria, mas com a qualidade mínima que um dos mais importantes festivais de cinema da Europa exige. Podia ser melhor se houvesse mais dinheiro, mas o senhor(?) presidente da Câmara do Porto deve olhar para o certame como uma simples de brincadeira de quem gosta de cinema. Num país que aposta nos serviços e que há décadas diz que a melhor forma de o rentabilizar é no turismo, deixa-se sem meios um festival que teve a primeira edição em 1981 (a data e o evento estão registados como importantes no site da Câmara, o presidente ainda não deve ter reparado...) e onde estrearam alguns dos melhores filmes de sempre e por onde passaram vários dos maiores realizadores da história do cinema. Enfim, mesmo contra a opinião de quem devia ajudar, o Fantasporto está a decorrer e só encerra no dia 5 de Março... Vamos ao cinema.
21 fevereiro 2006
Fantas...
O Fantas já faz exibições. Começou, sem a pompa que a circunstância exigiria, mas com a qualidade mínima que um dos mais importantes festivais de cinema da Europa exige. Podia ser melhor se houvesse mais dinheiro, mas o senhor(?) presidente da Câmara do Porto deve olhar para o certame como uma simples de brincadeira de quem gosta de cinema. Num país que aposta nos serviços e que há décadas diz que a melhor forma de o rentabilizar é no turismo, deixa-se sem meios um festival que teve a primeira edição em 1981 (a data e o evento estão registados como importantes no site da Câmara, o presidente ainda não deve ter reparado...) e onde estrearam alguns dos melhores filmes de sempre e por onde passaram vários dos maiores realizadores da história do cinema. Enfim, mesmo contra a opinião de quem devia ajudar, o Fantasporto está a decorrer e só encerra no dia 5 de Março... Vamos ao cinema.
17 fevereiro 2006
Subscrevo
"Hoje levantei-me cedo. Fui ler os jornais e os blogues do costume. É distracção minha, ou não estão convocadas manifestações de solidariedade em frente ao 24 Horas? No momento em que, pela primeira vez em trinta anos de democracia, um jornal português é alvo de rusga policial, onde páram os estrénuos defensores da liberdade de expressão? Acaso supõem que ela é indissociável de uma imprensa livre? Que é feito dos blogues de causas? E da indignação bem-pensante? Eu percebo. O 24 Horas não é dos «nossos». Nós somos todos muito finos para nos preocuparmos com jornalismo marron. Mas e o senhor Presidente da República? Desta vez não considera que estejam em causa direitos fundamentais?"
Isto pode ser lido aqui no "Da Literatura" e eu subcrevo por inteiro, penitenciando-me, contudo, pelo tardio do post
16 fevereiro 2006
(A)normalidades
Roubo I - Precoce
"Um rapaz de 15 anos foi apanhado a conduzir um autocarro em Veluwe, Amsterdão, alguns meses depois de ter roubado o primeiro e ter feito a ronda, apanhando passageiros pelo caminho, segundo o site noticioso alemão Expatica. (...) Em Novembro de 2005, o rapaz apoderou-se de outros autocarros, em três ocasiões diferentes, fazendo sempre a ronda.
Motoristas de autocarros estão admirados pelo adolescente mostrar tanta facilidade na condução do veículo, uma vez que até os motoristas mais experientes têm de praticar muito até conseguir conduzir bem um autocarro tão comprido. O rapaz explica: aprendeu a conduzir os bólides fazendo perguntas aos motoristas durante as suas viagens diárias e observando a sua condução. Um condutor até o ensinou a pôr o autocarro a trabalhar."
Roubo II – Coerência
"Detectives na Alemanha ficaram abismados quando um homem, que tinham acabado de deter por roubo, saiu da esquadra de polícia e arrancou num dos carros da frota. Os agentes dizem que o homem de 27 anos deve ter tirado a chave, guardando-a no bolso, durante o interrogatório. Depois de ter ouvido as acusações o indivíduo foi solto. Os polícias ficaram de queixo caído quando o viram a sair da esquadra, entrar num carro patrulha não assinalado e arrancar.
No final, o homem foi preso. De novo."
(PortugalDiário)
Expliquem!!!
Que expliquem os especialistas (liberais, o que quer que seja) por que razão o Estado aliena as empresas que dão lucros brutais? Não seria lógico que essas mesmas empresas que dão grandes lucros continuassem propriedade do Estado e contribuíssem para as contas públicas? Se não for para os governantes de ocasião garantirem mais dinheiro a (amigos?) quem já tem muito, expliquem-me essa lógica que me escapa...
Guerras a prazo
Aceitam-se apostas quanto ao vencedor...
15 fevereiro 2006
Nem IPPAR nem presidente
"A polémica sobre a boca de saída do túnel de Ceuta, junto ao Museu de Soares do Reis, não podia ter desfecho mais ridículo do que aquele que foi encontrado e que descredibiliza o IPPAR e a ministra da tutela, que, quando entrou em funções, logo se precipitou a avalizar a posição daquele organismo, sem suporte ou alternativa, quando deveria ter parado para pensar e só depois agir. Na altura, Rui Rio fez do falso problema um "cavalo de batalha autárquica" bem manipulado e que também contribuiu para afundar o concorrente socialista, Francisco Assis, que não discerniu nem perguntou a ninguém para formular uma solução alternativa.
Afinal, depois de ameaças, inclusive de "tomada de posse administrativa da obra", tudo ficou como estava, com a "nuance" surrealista de alguém propor como solução uma praça de cubos de granito (amarelo), ensanduichada entre dois troços de via de betuminoso, antes e depois da dita. Brilhante, como "desarrencanço" de desenho urbano e inovadora tecnologia de circulação automóvel na cidade! Se a moda pega, a cotação do cubo de granito (amarelo) depressa subirá nas pedreiras de Alpendurada, pois toda a gente sabe que nisto de modas, o parolismo não tem limites na sua propagação."
Criatividade
14 fevereiro 2006
Liberdade
13 fevereiro 2006
Quinas III
Peito
Rui Sá está a assumir, aos poucos, a relevância que sempre deveria ter tido na fiscalização à presidência de Rui Rio. A continuar assim, é bem possível que deixemos, finalmente, de lembrar Ilda Figueiredo. Não é um desejo, é uma necessidade
12 fevereiro 2006
Para reflectir
Três ideias sobre Porto, Norte, regionalização, o que seja...
- E vê uma metrópole dinâmica no Porto?
- Não. O Porto podia ter-se desenvolvido muito mais nos últimos dez anos e uma das razões para que isso não acontecesse - não a única seguramente - foi não ter uma forte actividade de comunicação social de dimensão nacional ou regional. Porque esta mexe com muitos serviços e com o conhecimento agregado. Tem um duplo efeito: o de melhorar a qualidade das decisões e do conhecimento, a consciência colectiva sobre os assuntos; e do ponto de vista económico, é um dinamizador importante: não se fazem empresas regionais se não houver maneira de comunicar produtos de forma regional. E uma empresa, depois de ser local e antes de ser nacional, tem de ser regional. Esse passo é muito mais difícil se não houver meios regionais.
É um regionalista?
[Silêncio]. Não me identifico com as pessoas que fazem discursos ditos regionalistas. Mas acho que Portugal, e Lisboa, seriam melhores se houvesse mais centros dinâmicos, não só no Porto como noutros locais. O Porto, que tem mais de um milhão de pessoas, é quase da dimensão de Lisboa. E Lisboa será tão mais importante quanto o resto do País for importante. Nesse sentido, as coisas não têm funcionado bem, tem-se feito uma centralização excessiva em Lisboa.
E não está convencido [OTA e TGV]?
Não. E tenho mais dificuldade em perceber o TGV e ainda mais dificuldade em perceber a linha Lisboa-Madrid. E não é por razões regionalistas ou bairristas. É porque eu não vejo nenhuma utilidade na linha. Acho que se aquilo custar cinco mil milhões, no dia seguinte o País está cinco mil milhões mais pobre. Não é mais fácil ir de Lisboa para Madrid de TGV do que de avião. Não há sítios intermédios, não é mais barato. Uma eventual linha Lisboa-Porto [suspiro]? não sei. Acho que Lisboa-Porto, se não houvesse a linha que há e se não se tivesse investido tanto dinheiro, era quase um caso ideal para uma linha de alta velocidade: são duas cidades importantes a 300 quilómetros de distância, com uma ou duas cidades relevantes a meio. Mas é preciso fazer contas. Pode ser importante, mas pode não valer o dinheiro todo.
Em termos gerais, estou de acordo e penso que as palavras do filho do homem da SONAE merecem ser discutidas.
10 fevereiro 2006
Há luz no túnel

Aleluia, o túnel vai ser acabado, ainda bem. Pelos vistos, esta nossa relação com Ceuta é sempre complicada. No idos, ficamos sem um rei que se lembrou de ir combater para Alcácer Quibir. Infelizmente, desta vez o rei (perdão, presidente) da Câmara mantém-se no posto. O que falta explicar são os porquês do IPPAR. O que antes estava errado, subitamente, deixou de estar... Só pessoas muito inteligentes podem entender estas coisa. Entretanto, o povo (o que desconta efectivamente para os impostos) paga as birrinhas!
09 fevereiro 2006
Zona Histórica à venda
08 fevereiro 2006
Tranquilidade

Ontem, deliciei-me com um passeio pela margem esquerda do Douro e continuo sem perceber, eu que nasci numa aldeia situada junto de uma das margens, o porquê do divórcio que existe entre a população e o rio. Será pelo medo que o aspecto agreste provoca? É estranho, mas não deixa de ser lindo e grandioso. A imagem, tirada de longe, dá ideia da tranquilidade que pode gerar um fim de tarde como o de ontem nas margens do Douro. Lindo!
07 fevereiro 2006
Gelo na Praça Velasquez

Quem passar por lá vai estranhar, porque uma parte do jardim da Praça Velasquez, rebaptizada de Sá Carneiro, foi invadida por uma espécie de minifeira. Não tem grande aspecto, mas sempre é a oferta de um espaço diferente numa cidade que tem quase nada para atrair os cidadãos. E além de carrocéis para os miúdos se divertiram - e eles divertem-se sempre -, de uma barraca que vende farturas, há uma pista de gelo para patinar. O único problema é que alguém se esqueceu de avisar os munícipes da existência, por tempo limitado, daquele espaço. Fica aqui um pequeno esforço de divulgação.
Regionalização
06 fevereiro 2006
Ele põe-se a jeito

Bom futebol a render umas quantas bolas nos paus e uma série de boas defesas de Paulo Santos. Domínio total até conseguir o golo, alguma ansiedade depois. Contudo, o Braga só fizera um remate, que Helton defendeu. De repente, o árbitro não assinala fora-de-jogo que era e... manda marcar o penálti que não seria porque o jogador que "castigado" era o que estava em fora-de-jogo. Mais, minutos depois, novo penálti, agora na área do Braga, e o árbitro não assinalou. Paulos Santos continuou a fazer grandes defesas. Está visto, o homem tem azar, mas também fazer entrar Bruno Alves é pôr-se a jeito... E vai mais um empate.
04 fevereiro 2006
Até parecia um acidente
Jazmin Grace... Grimaldi

O puto, diz a mãe, é filho de Alberto, que governa o Mónaco. Até aqui, tudo normal, para quem não tem palas nos olhos. Os outros iriam estranhar ver um negro no trono do principado dos ricos... É claro que o senhor diz que não é verdade, mas quem sabe se um dia o rapaz que até tem Grimaldo no nome prova que é mesmo filho e herdeiro do príncipe. Era muito bem feito!
Por enquanto, os senhores dizem que vão processar a jornalista que revelou a história, por ter invadido a privacidade do senhor. Era o que faltava. Já lá vão os tempos das públicas virtudes, vícios privados. O miúdo vai crescer e pode ser o herdeiro de um trono que diz respeito a muitos milhares de famílias e... biliões de euros.
02 fevereiro 2006
Afinal, ele tem dúvidas
Dúvidas de última hora levaram o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, a adiar a conferência de Imprensa de apresentação das linhas fundamentais do concurso para a reabilitação do Mercado do Bolhão, marcada para ontem"
Por mim, estou curiosíssimo por ver esse projecto para o Bolhão
01 fevereiro 2006
Quem é vivo!!!
A seu dono
Consciência
30 janeiro 2006
A bela recuperação do Carregal
29 janeiro 2006
O trânsito na cidade
Só uma?!!!
Mais uma ideia para os que são contra a nova Avenida dos Aliados: mantenham a luta, se continuam a acreditar na sua bondade, mas acrescentem-lhe novas reivindicações, como fechar a Avenida ao trânsito e abri-la exclusivamente às pessoas, com animação cultural, música, teatro, esplanadas, espaços de convívio. Isso, sim, fará respirar de novo o nosso Porto.
28 janeiro 2006
Cegos e surdos

Na segunda-feira, dia 30, faz 58 anos que foi assassinado Mahatma Gandhi, o indiano que relembrou (ensinou!) ao Mundo uma forma diferente de combater pelos ideais mais nobres: o pacifismo. A revista “Times” elegeu-o em 1932 “Homem do ano” e colocou-o na capa da edição de 5 de Janeiro desse ano. Mais de meio século e muitas guerras depois, o Mundo continua cego e surdo à mensagem.
Pensamento do dia
(pode ler-se em http://pedemeias.blogspot.com e deve ser tomada como pensamento do dia... a dia)
Para variar
Passei por lado e confirmo, palavra por palavra, o discurso de um dos guardiões da cidade. O Jardim do Carregal foi recuperado e com bom gosto. Bem feito, para variar.
25 janeiro 2006
“Vou de certeza”
Não sou tão profícuo assim. O aumento do tráfego por aqui, hoje especificamente, tem a ver com a tendência de alguns profissionais liberais de contribuíram para a miserável produtividade deste país. Ontem, de manhã, esperei, como combinado, por um picheleiro. Acabei em casa dele a ouvir… “não tive culpa, demorei muito no banco, aqueles gajos…”. - E então?
- Amanhã, sem falta.
- Mas é mesmo?
- É mesmo. Aí pelas dez, dez e meia estou a bater-lhe à porta.
São 12h12, a pinga continua a cair e o picheleiro deve estar aí num banco qualquer. Sentado, imagino.
Eu desisto, vou procurar outro. Não há forma de me habituar a esta falta de respeito pelos compromissos assumidos.
Combate à crise!
O governo autonómico da Catalunha anunciou hoje que está a finalizar uma nova lei de regulamentação dos serviços sexuais, que aposta na penalização de prostituição de rua e protege tanto as trabalhadoras, como clientes de bordéis. O anúncio coincide com a entrada em vigor de novas regras da câmara de Barcelona sobre "convivência" urbana que inclui multas para prostitutas de rua e para os seus clientes, bem como para a mendicidade organizada. As regras previstas para a região autónoma, que estão a ser delineadas agora, prevêem a aplicação de multas até 600 euros, quer a prostitutas de rua, quer aos seus clientes, combatendo ainda o proxenetismo, que terá multas até 100 mil euros.”
Para ler devagar

Acabei. Mas prolonguei até onde foi possível a leitura. O prazer era tal que o saboreei como uma criança que coloca um bocado de chocolate na boca e vai-lhe tocando ao de leve, para sentir cada bocadinho da doçura. O livro não é doce, mas é uma fantástica experiência, aprimorada com uma pitada q.b. de non sense. Para se sorver aos poucos. Quem não tiver, compre. Vale o (pequeno) investimento.
O nosso Marquês vai ficar bonito

Não era assuntos destes, fundamentais para a cidade, que o Executivo camarário deveria estar a discutir? Vivam as futilidades...
Pequenos nadas
Não haverá nada de verdadeiramente importante para discutir e decidir no Executivo da Câmara do Porto? Bem parece que a cidade está em coma…
24 janeiro 2006
Cobertura

Li no Público que está a ser discutido um projecto para cobrir três partes da VCI - Boavista, Prelada e Antas. A ideia assusta, a intenção parece boa. O que continuo sem entender é de onde vem o dinheiro, ou agora a Câmara do Senhor Rio deixou de ter dificuldades financeiras. Se for o poder central a pagar, sou a favor
23 janeiro 2006
Mais do mesmo
22 janeiro 2006
Trrrrrim
Ombro experiente

Este senhor, Fernando Gomes, pode oferecer o ombro amigo para Mário Soares carpir as mágoas. É que ele sabe o que custa querer voltar ao tacho e os eleitores não deixarem. Valeu o outro amigo, o Sócrates, que lhe deu outro tacho na GALP. Ficava-lhe bem ser grato e, agora, aturar o Soares, para este deixar o Sócrates em paz.
Futeboleiros
Uma vez, o meu amigo Luís chamou-me a atenção para uma frase de Churchill, que dizia: "Cada povo tem os politícos que merece". Eu contestei, hoje dou-lhe toda a razão.
Pelo menos, foi
Reparem na primeira casa branca, do lado direito. Mora aí uma cidadã, com alguma idade, que ao final da manhã exerceu o seu direito de voto. Voltem à foto e olhem para cima, para o lado esquerdo, onde está a árvore. É aí a mesa de voto. Pois, a dita senhora saiu, abriu a porta da garagem, tirou o carro, fechou a porta da garagem, voltou a entrar no carrro e arrancou para o votar.Cerca de 100 metros à frente, estacionou, do lado esquerdo, e entrou na escola, onde votou. Regressou ao carro, fez inversão de marcha, repetiu os cerca de 100 metros, deu pisca, abriu a porta da garagem, estacionou o carro e fechou a porta da garagem.
Pelo menos, foi votar!
COÇAR onde é preciso

Acabo de sair do Rivoli e de levar mais uma injecção do genial bom humor de José Pedro Gomes. Ele representa, assina o texto e é autor da encenação do "Coçar onde é preciso". É muito trabalho para um homem só, até pelo desgaste que representa, mas muito bem conseguido, neste caso.
Roçando, por vezes, a brejeirice, sem jamais deixar escapar o bom gosto que lhe está entranhado, José Pedro Gomes dirige-nos, através do humor, num roteiro por muitos dos males que minam a sociedade portuguesa, colocando, vezes sem conta, o dedo nas feridas que mais fazem doer.
Imperdível, mas apenas para quem já tiver bilhete. Pelo que percebi, até as duas sessões extra estão esgotadas.
21 janeiro 2006
Eurodesilusão

O Euromihões voltou a dar Jackpot, elevando o prémio para números inimagináveis ao comum dos mortais, como já eram os da semana passada. Há, contudo, uma diferença em relação à semana passada, que vai revelar-se desastrosa para muitas famílias (portuguesas e não só, mas, fundamentalmente, portuguesas): esta é semana de receber ordenado. A tentação é mais do que óbvia: todo o dinheiro é "bom" para tentar a sorte. Ainda que jamais o admitam, haverá muitos, com ou sem a concordância do cônjuge, que apostarão parte substancial do ordenado, arriscando o orçamento familiar de todo o mês senão também o de alguns dos seguintes. Afinal, comentava-se já na semana passada que havia quem estivesse a pedir financiamentos para apostar no Euromilhões...
Quase 30 milhões de contos... é mais do que José Mourinho terá ganho até hoje e provavelmente do que ganhará em toda a carreira. Tentador, não fossem as absurdas probabilidades de desilusão.
20 janeiro 2006
16 janeiro 2006
"Mano"
"Quando tiver um mano, vai-se chamar Herrare porque Herrare é o mano".
Obviamente
Um pensamento (roubado) a abrir
"O poder do álcool só não está acima do poder da religião por causa de um
mísero detalhe (o maior de todos os míseros detalhes): a ressaca", Fabio Danesi Rossi















