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12 março 2008

Reviver o passado





Não gostei do passado recente desta cidade,
tenho a impressão que também não vou gostar deste futuro...
E o Rio vai poder continuar rir-se.

10 março 2008

A bem da cidade




Eis o que pode ser uma boa notícia. Não sou dos que defendem a saudade, convivo até muito bem com as mudanças, desde que nelas impere o bom gosto. Neste caso, tratando-se de um ícon da cidade, era bom que fosse respeitada a parte visível da grandiosidade do Hotel Infante Sagres, que é a fachada. O resto... arquive-se e faça-se de novo, com todas as comodidades exigidas hoje em dia a um hotel de luxo. A cidade só tem a ganhar com isso e se a cidade ganha, todos nós, que cá vivemos, ficamos a ganhar.

05 dezembro 2007

"O Porto está estragado".



"Viagem à volta do mundo
na Rua do Cimo de Vila

Uma pequena rua, no centro do Porto, já foi território da burguesia mercantil. Hoje, mistura portuenses antigos com imigrantes da Índia, da China, da Argélia, de África e do Bangladesh. Samir Bouça, preso por suspeitas de terrorismo internacional, tinha lá uma barbearia"

In Público

Cresci aqui e não me apetece reprimir a nostalgia, porque as origens são-nos companhia permanente (mesmo naqueles que as dizem renegar, até por ser impossível renegar o não-existente). Dói-me, sobretudo, o abandono, que se generaliza na zona histórica. É curioso, porque apesar dos novos "habitantes", quando por lá se passa, experimenta-se uma estranha sensação de vazio. Uma senhora, ao comentar hoje na TV o estado Baixa cidade, disse uma frase que me parece perfeita para descrever a situação: "O Porto está estragado".

22 março 2007

Os outros também dizem

Publicado no insuspeito jornal de Madrid, como se comprova pelo link. Sem mais comentários...

"Vigo no será, finalmente, la sede del secretariado técnico de la Unión Europea (UE) que debe gestionar los programas de cooperación transfronteriza entre España y Portugal entre 2007 y 2013, incluidos los que pongan en marcha Galicia y la Región Norte de Portugal. Badajoz se ha impuesto finalmente a la candidatura gallega, en parte gracias al interés del Gobierno portugués en desincentivar iniciativas que puedan alentar cualquier afán autonomista en torno a Oporto. La Xunta ofrecía como sede parte de las instalaciones del Centro Tecnológico del Mar.
La decisión, que todavía no es oficial pero ya ha sido confirmada por fuentes del Ministerio de Economía y de los Gobiernos de Galicia y Extremadura, da al traste con las aspiraciones de Vigo, cuya candidatura es un proyecto personal del presidente de la Xunta, Emilio Pérez Touriño.
La elección de Badajoz representa un éxito político de la Junta presidida por Juan Carlos Rodríguez Ibarra frente a las aspiraciones gallegas, pero también una victoria económica. De hecho supondrá para la localidad extremeña 19 millones de euros de la UE destinados a poner en marcha la sede del secretariado técnico y sufragar su dotación de personal para gestionar los 350 millones con los que la Unión financiará la cooperación hispanolusa a lo largo de toda la frontera hasta 2013. Badajoz se ocupará también de la parte de ese dinero que corresponde a las iniciativas conjuntas entre Galicia y la Región Norte de Portugal y que fuentes de la Xunta sitúan entre los 80 y los 90 millones para todo el período.
Pero en la decisión de los Gobiernos de Lisboa y Madrid no ha pesado exclusivamente el interés de Extremadura. El deseo del Ejecutivo portugués, presidido por José Sócrates, de desincentivar cualquier posible aspiración autonomista por parte de la Región Norte ha terminado por inclinar la balance del lado contrario a los intereses de Galicia.De hecho, la Xunta tenía mucho interés en hacerse cargo de la gestión de los fondos a través de un nuevo instrumento comunitario, una Agrupación Europea de Cooperación Transfronteriza (AECT), que permitiría a la Región Norte dotarse de un organismo con personaldad jurídica propia, algo de lo que carece en el sistema constitucional portugués. La AECT permitiría a ambos territorios, protagonistas desde hace años de la cooperación a lo largo de la frontera, superar el estrecho marco de la Comunidad de Trabajo, dentro la cual habían venido situando sus iniciativas. La AECT permitiría además, según fuentes de la Xunta, consolidar la relación con el Norte de Portugal cuando se acaben los fondos europeos de cooperación al salvar definitivamente las dificultades derivadas de la naturaleza centralizada del Estado portugués".

09 fevereiro 2007

Era para isto, D. Laura?







"Grupo Amorim exige quase três milhões à Associação de Comerciantes do Porto e aponta “graves violações” do protocolo que viabilizou o polémico Plano de Pormenor das Antas. Verbas para revitalizar comércio tradicional até serviram para pagar multas de trânsito

A empresa Aplicação Urbana II, Investimento Imobiliário SA, acusa a “Comércio Vivo” de nunca ter fornecido elementos que permitissem controlar o destino das verbas e refere mesmo que aquela utilizou parte dessa quantia em “despesas corriqueiras” de funcionamento da instituição, como combustível, limpeza, imposto de circulação e até com uma capa volante, bem como com o pagamento de uma multa de trânsito à PSP.

Mais. Na acção que intentou nas Varas Cíveis do Porto, no início deste ano, a Amorim refere que a Associação levantou 2 milhões 520 mil euros (garantia bancária sobre o BPI), em 29 de Dezembro de 2005, alegadamente para aquisição de dois prédios degradados no Porto e que “até ao presente não comprou os prédios referidos”."

29 janeiro 2007

Quem fez os estudos?



"Conquistadas mudanças em 16 linhas"



Eis mais um exemplo de que vale a pena exercer a cidadania e não baixar os braços perante as más decisões de quem manda. Fica, contudo, uma pergunta sem resposta: as asneiras foram produto de muitas horas de estudos, com certeza, pagos a peso de oiro; agora, quem vai pagar pela incompetência? Quem vai pagar aos utentes os prejuízos resultantes das más decisões?
No dia em que, perante más decisões das causas públicas, os culpados forem condenados, este país terá dado o salto decisivo!