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12 novembro 2007

Os cinemas que deixaram de ser

“Centro da cidade volta a ter cinema

Com a abertura do Porto Gran Plaza, a Baixa do Porto volta a ter cinemas. As seis salas incluídas no projecto levado a cabo pelo grupo Martifer serão mesmo das poucas a passar filmes na cidade. Além do Gran Plaza, o Porto só tem cinemas em mais dois centros comerciais Dolce Vita (Antas) e Cidade do Porto (Boavista), sendo que estas últimas salas estão em vias de fechar no princípio do próximo ano, segundo noticiou, ontem, o Público.”


Isto foi escrito no JN no dia 4, de acordo com as expectativas criadas quando do anúncio de um projecto que a Câmara do Porto qualificou de exemplar, porque ajudaria a incentivar as pessoas a permanecer na cidade.
Dias depois, o JN foi obrigado a emendar:

“O novo centro comercial da Baixa do Porto, afinal, não vai ter cinemas. Simão Cruz, da Martifer, empresa gestora do projecto, explicou, ao JN, que a ideia de instalar salas de cinema surgiu numa fase inicial, mas que foi abandonada, em favor da implantação de um health-club do grupo Virgin. Assim, o centro da cidade do Porto continuará a não ter salas de cinema, ao contrário do que foi noticiado pelo JN no passado domingo, após informações recolhidas junto da empresa que está a fazer assessoria à inauguração do Porto Gran Plaza e conforme tinha sido revelado aquando dos anúncios iniciais da realização do projecto”.

Que disse a Câmara, entretanto? Nada. Entre o anúncio do projecto e a inauguração da obra desapareceram os cinemas, uma das razões apresentadas pela CMP para permitir a construção de um centro comercial do outro lado da rua de um outro já existente. É assim que esta cidade é (des)governada...

02 fevereiro 2007

Transparente

La Féria garante sem apresentar documentos

Translúcido

Até ao momento, La Féria não enviou para câmara do Porto nenhum documento que garanta os apoios recolhidos junto de bancos e empresas do norte

Claríssimo

A proposta apresentada por Filipe La Féria para a exploração do Teatro Municipal Rivoli, no Porto, não inclui qualquer documento comprovativo da disponibilidade de entidades bancárias, tais como a Caixa Geral de Depósitos e o Millennium BCP, para apoiar o projecto, tal como foi assegurado pelo produtor na sua proposta escrita

Omo (branco mais branco não há)

Contactados pelo Expresso, quer o BCP, quer a Caixa Geral de Depósitos não confirmam as alegadas disponibilidades para apoiar o projecto de La Féria, explicando que o sigilo bancário não lhes permite tecer comentários sobre negócios com os seus clientes

Os factos (de facto)

Em contrapartida, as restantes candidaturas, nomeadamente a da Plateia – Associação de Profissionais de Artes Cénicas, apresentava documentos que davam garantias de todos os apoios com que contava, além de preencher os 22 requisitos exigidos pela autarquia. A candidatura de La Féria é omissa em pelo menos oito dessas exigências

Fonte: Expresso

Isto é que é ter coragem!